Se você ainda conta com uma bela e forte cremalheira (arcada dentaria), e aprecia uma boa cocada, um quebra-queixo ou qualquer um desses doces, que fazem a alegria de muitos dentistas por aí, essa é pra você!
Ocorre que um belo tablete de uma dessas doçuras, gerou a maior encrenca nessa semana, durante um pente fino da polícia, em Ourinhos, a 378 km de São Paulo. Os “puliça” tinham a informação de que uma mulher serviria de “mula”, para transportar drogas de São Paulo até a cidade em um ônibus.
Durante o raio-X em um dos ônibus parados na operação, eles encontraram um suposto entorpecente dentro da bolsa de uma professora. A polícia deu voz de prisão à pobre coitada, ainda dentro do veículo. A mulher chegou a ser algemada.
Segundo a azarada suspeita, a policial que a abordou disse que o tablete daquele melado, duro como um bloco de concreto era muita droga e a grampeou na frente de todo mundo, enquanto ela era retirada do ônibus. Mais tarde, constatou-se a grande presepada que haviam feito. Aquilo, que os policiais pensavam ser crack era, na verdade, uma bela tora daquela doçura, sim, a famosa RAPADURA (subproduto da cana-de-açúcar), muito apreciada por muitos brasileiros, especialmente os da região nordeste, que a professora levava de presente para algum apreciador do precioso e nutritivo doce.
Obviamente, ao ser constatada a jumentice toda, a professora foi liberada e foi embora, não sem antes, aproveitar que estava no próprio estabelecimento policial, para dar um pulinho até o balcão, e registrar um boletim de ocorrência por constrangimento.
A polícia restringiu-se apenas a dar uma pequena nota à imprensa:
Durante o raio-X em um dos ônibus parados na operação, eles encontraram um suposto entorpecente dentro da bolsa de uma professora. A polícia deu voz de prisão à pobre coitada, ainda dentro do veículo. A mulher chegou a ser algemada.
Segundo a azarada suspeita, a policial que a abordou disse que o tablete daquele melado, duro como um bloco de concreto era muita droga e a grampeou na frente de todo mundo, enquanto ela era retirada do ônibus. Mais tarde, constatou-se a grande presepada que haviam feito. Aquilo, que os policiais pensavam ser crack era, na verdade, uma bela tora daquela doçura, sim, a famosa RAPADURA (subproduto da cana-de-açúcar), muito apreciada por muitos brasileiros, especialmente os da região nordeste, que a professora levava de presente para algum apreciador do precioso e nutritivo doce.
Obviamente, ao ser constatada a jumentice toda, a professora foi liberada e foi embora, não sem antes, aproveitar que estava no próprio estabelecimento policial, para dar um pulinho até o balcão, e registrar um boletim de ocorrência por constrangimento.
A polícia restringiu-se apenas a dar uma pequena nota à imprensa:
“Rapadura é doce, mas não é crack não”.





