Dezembro se aproxima, e com ele as famigeradas confraternizações corporativas e festinhas de fim de ano, que comumente ocorrem aos términos de expedientes de trabalhos num dia qualquer desse mês, nos próprios locais de trabalho ou em algum boteco da cidade. E com elas, ressurgem das cinzas, aquele espírito natalino acolhedor, a bondade circunstancial, as amizades inabaláveis, a generosidade, e toda sorte imaginável de caridade, que permeiam o mundo corporativo com a chegada do bom velhinho.
Mas, o que não pode faltar nesses momentos de confraternização, são as imbecis brincadeiras de amigo secreto corporativo, também conhecidas em algumas regiões do País como amigo oculto, o que eu chamaria facilmente de AMIGO DA ONÇA SECRETO.
No mundo dos negócios, é cada vez mais comum encontrarmos um bando de “AMIGOS DECLARADOS” que passam o ano todo “descendo a lenha” uns nos outros, numa disputa acirrada, numa batalha às vezes até sangrenta, por melhores posições, melhores salários, ou simplesmente devido ao enorme cagaço de perder aquele grande emprego ou o cargo, para alguém supostamente melhor.
O hilário mesmo nessas brincadeiras é ver de um lado, uns caras fazendo um esforço sobrenatural para parecerem incontestáveis amiguinhos daqueles chatos que eles tiveram a zica de sortear como AMIGOS DA ONÇA SECRETOS, durante aqueles discursinhos ensaiados, e do outro, aqueles que adoram ouvir mentirinhas dos “amigos”, sim porque há alguns SERES que só consideram seus amigos, aqueles que dizem apenas aquilo que eles querem ouvir, ou seja, mentiras.
Em tempos de alta tecnologia, transmissão de informações à JATO e de grandes amizades via fibra óptica, quando algumas ALMAS só se sentem confortadas ou completamente realizadas de fato, ao atingirem o 1º milhão de amiguinhos virtuais, nas suas comunidades sociais virtuais.
A impressão que se tem, é que talvez durante toda a nossa vida, até o dia de vestirmos definitivamente o temido paletó de madeira e passarmos a ver o capim nascer pela raiz, poderemos contar nos dedos das duas mãos a mesma quantidade de amigos reais e verdadeiros, que fomos capazes de acumular.
Assim, é de se supor que a amizade verdadeira tenha se tornado algo cada vez mais raro, tanto quanto ver enterro de anão, MAS AINDA EXISTE!
No mundo dos negócios, é cada vez mais comum encontrarmos um bando de “AMIGOS DECLARADOS” que passam o ano todo “descendo a lenha” uns nos outros, numa disputa acirrada, numa batalha às vezes até sangrenta, por melhores posições, melhores salários, ou simplesmente devido ao enorme cagaço de perder aquele grande emprego ou o cargo, para alguém supostamente melhor.
O hilário mesmo nessas brincadeiras é ver de um lado, uns caras fazendo um esforço sobrenatural para parecerem incontestáveis amiguinhos daqueles chatos que eles tiveram a zica de sortear como AMIGOS DA ONÇA SECRETOS, durante aqueles discursinhos ensaiados, e do outro, aqueles que adoram ouvir mentirinhas dos “amigos”, sim porque há alguns SERES que só consideram seus amigos, aqueles que dizem apenas aquilo que eles querem ouvir, ou seja, mentiras.
Em tempos de alta tecnologia, transmissão de informações à JATO e de grandes amizades via fibra óptica, quando algumas ALMAS só se sentem confortadas ou completamente realizadas de fato, ao atingirem o 1º milhão de amiguinhos virtuais, nas suas comunidades sociais virtuais.
A impressão que se tem, é que talvez durante toda a nossa vida, até o dia de vestirmos definitivamente o temido paletó de madeira e passarmos a ver o capim nascer pela raiz, poderemos contar nos dedos das duas mãos a mesma quantidade de amigos reais e verdadeiros, que fomos capazes de acumular.
Assim, é de se supor que a amizade verdadeira tenha se tornado algo cada vez mais raro, tanto quanto ver enterro de anão, MAS AINDA EXISTE!

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